segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

O clima da viagem para Chicago

Passava de meia-noite quando cheguei do longão. A Alê estava tentando dormir, mas ficou preocupada, embora eu tivesse deixado um bilhete avisando que saí para correr às 9 da noite, horário em que, acompanhada de meus pais e cunhada Ana, ela perambulava por algum shopping de Santos.

Quando cheguei, dei sorte de encontrar minha mãe acordada. Primeiro porque ela topou fazer um belo macarrão enquanto eu repousava meus pés sobre um pano com gelo. Segundo por causa da nossa conversa.

Confidenciei a ela que em janeiro comecei a me focar de duas maneiras na maratona de Chicago. Uma é para não perder o comprometimento com os treinamentos. A outra é para conduzir melhor as coisas no trabalho.

Para isso, coloquei na cabeça que, ao embarcar para Chicago em outubro, tenho de estar treinado e, principalmente, com a cabeça fresca. Ou seja, quero minhas metas de 2010 batidas já em outubro.