Fiz na quinta-feira (11/2) o treino de 20 quilômetros na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro. A temperatura era de 31ºC quando liguei o cronômetro, por volta das 20h15. Estranhei minha frequência cardíaca, que chegou à casa dos 170 bpm logo no segundo quilômetro. Com 1h10 de treino, tive de fazer pausa para Gatorade e reabastecimento de água. Senti que o calor me derruba.
Mas não deve ter sido apenas o calor. Porque na terça-feira de Carnaval (16/2),em Santos, deixei para treinar pouco depois de meio-dia. O sol era de rachar. Os termômetros marcavam entre 33ºC e 36ºC na avenida da praia de Santos. E, o que era pior, meu treino foi bem mais pesado, com alternância de ritmo, como se fossem tiros de dois a três quilômetros. E, incrivelmente, a frequência demorou a chegar a 165 bpm.
A comparação dos dois treinos me fez pensar que quanto mais observo meu corpo, menos conheço seu comportamento.
