Fiz o treino de segunda-feira (8/2), de oito quilômetros, sem usar o iPod. A opção foi consequência de uma adaptação a correr sem música para obter duas vantagens:
1. Escutar passada e respiração durante o treino; e
2. Reservar o iPod somente para treinos na esteira e longões, normalmente mais estressantes pela duração prolongada ou pela monotonia.
Eu já havia corrido os 20 quilômetros do sábado (6/2) com fones no ouvido, mas iPod desligado quase o tempo todo.
Em janeiro, eu já havia optado por não reclamar da musculação ou de ter de correr na esteira. Precisarei aprender a gostar de ambos. Usar o iPod só na esteira pode ser uma forma de passar a gostar da esteira.
